segunda-feira, 14 de maio de 2012

HISTÓRIA, RELAÇÃO SOCIOCULTURAL E MANIFESTAÇÕES RITMICAS DA REGIÃO CENTRO-OESTE

O Brasil é um país cheio de diferenças culturais, e isso se expõe na dança. Cada região brasileira têm uma cultura e por isso apresenta um estilo diversificado de dança. São ritmos alegres com roupas e cenários populares de cada região. A cultura do Centro- Oeste brasileiro é bem diversificada, pois recebeu contribuições principalmente dos indíginas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. Agora vamos conhecer um pouco sobre a história, a relação sociocultural e as manifestações rítmicas da Região Centro-Oeste. São manisfestações culturais típicas da região: Catira, Chupim, Cururu, Siriri, Engenho de Maromba, Cavalhada, Recortado e etc. ...

- CATIRA:  A Catira é uma dança brasileira de origem desconhecida. Ela é realizada por homens que, estando em frente um para o outro, sapateiam e batem palmas no ritmo da viola. Primeiramente, o violeiro começa a dança e os homens que vão dançar fazem um passo que consiste em bater o pé e a mão e depois dar seis pulos. O violeiro passa a entoar a moda de viola e os homens continuam a executar os passos da dança, que recebem o nome de “Serra Abaixo” e “Serra Acima”. A Catira termina quando eles executam o passo chamado Recortado e as duas fileiras mudam de lugar, sendo que o violeiro passa de uma extremidade a outra.



- CHUPIM: Essa dança é realizada com três pares e utiliza o ritmo das danças paraguaias devido à proximidade com esse país. O movimento feito pelo homem imita as asas do pássaro, que tem o mesmo nome da dança, quando ele tenta conquistar sua fêmea. São utilizadas castanholas para dar o ritmo da dança que utiliza os movimentos de tourear o par, dançar e rodar.



- CURURU: É uma dança realizada por homens que dançam para homenagear os santos e citam passagens bíblicas. Além disso, eles comentam acontecimentos políticos e cumprimentam a população enquanto dançam.
"Cururu Antigo"

Me falô os antepassado
De uma lenda que existiu:
Santo Onofre e São Gonçalo
Um dia esses dois reuniu.
Da barba de São Gonçalo

Retiraram 12 fio;
Encordoaro na viola
Com toêra e canotio.
Desse dia por diante
Foi que o cururu existiu.
                                                              
    (Pedro Chiquito)

  • Indumentária: Não é exigida uma indumentária padronizada(usa-se roupa típica da região).

  • Coreografia: Formam-se duas filas, uma de frente para a outra tocando viola. Afastam-se um dos outros dando dois passos para a direita e dois passos para a esquerda, transformando a fila em círculo.








- SIRIRI: A origem do termo siriri é incerta. Para alguns estudiosos vem da palavra otiriri, que designa um entremez do século XVIII, em Portugal. Outros acreditam expressar um tipo de cupins de asas. A expressão corporal e a coreografia transmitem o respeito e o culto à amizade, por isso é conhecido como dança mensagem. A dança lembra as brincadeiras indígenas, com ritmo e expressão hispano-lusitana.



  • Indumentária: Não é exigida uma indumentária padronizada(usa-se roupa típica da região).
  • Coreografia:  Dança de pares com formação em círculo ou fileira. Na dança de roda a coreografia básica consiste em movimentar-se em círculo, batendo-se as mãos espalmadas nas mãos dos dançarinos que estão à direita e à esquerda. Enquanto gira a roda, os dançarinos vão respondendo aos tocadores, que conduzem o canto. Na dança em fila, a coreografia básica é formada por duas fileiras dispostas frente a frente, damas de um lado e rapazes do outro (no caso da participação de ambos os sexos). Contudo, a despeito de não estarem dispostos em círculo, o mesmo processo de bater as mãos espalmadas acontece. Geralmente a dupla que está em uma das pontas da fila, sai dançando por entre a fileira, sendo seguida pelos demais membros até que todos retornem aos lugares de origem.



    - ENGENHO DE MAROMBA: Essa dança lembra um valseado e imita os passos dados no engenho de cana. Há fileiras de homens e mulheres que ficam rodando em sentido contrário. Os versos cantados durante as coreografias são mais tristes e, por isso, ela costuma ser executada no fim das festas.






    - CAVALHADA: É uma tradição de torneios, onde os aristocratas exibiam em espetáculos públicos, sua valentia. Também tem sua origem associada com as lutas religiosas conhecidas como Cruzadas.
    • Indumentária- Roupa azul para uns cavaleiros, e vermelha para outros. Com chapéus ornamentados, e nas mãos, manejo com espadas ou bastões. Seus cavalos, muito enfeitados, trazem pendurados latinhas que produzem um barulho característico quando a galope.
    • Coreografia: Numa grande arena de forma retangular, 12 cavaleiros cristãos, (com roupa azul), enfrentam outros 12 cavaleiros mouros(de vermelho). O início da disputa é gerado pelo rapto de uma princesa, que evoca a Ilíada, de Homero, épico que conta a história da Guerra de Tróia.

    - RECORTADO: O Recortado lembra o Cateretê, do qual recebe influência, embora contraste com este pela sua vivacidade e por ser mais movimentado. É mais dançado no Brasil Central. O Recortado tando pode ser executado com ou sem canto.

    • Indumentária: caipira típica da região.

    • Coreografia: o Recortado é dançado às vezes em fileiras opostas com danças de fileira que acabam se transformando em roda. Nesta dança os cavalheiros dançam sapateando e dando umbigada ora para a direita, ora para a esquerda. Trocam de lugares, têm passos cruzados acompanhados de palmas.

    sexta-feira, 11 de maio de 2012

    HISTÓRIA, RELAÇÃO SOCIOCULTURAL E MANIFESTAÇÕES RÍTMICAS DA REGIÃO NORTE

    Brasil  é um país cheio de diferenças culturais, e isso se expõe na dança. As principais danças típicas têm forte ligação com a religiosidade e os fatores históricos. De norte á sul, a dança é uma forma de o povo brasileiro expressar sua alegria. Cada região brasileira têm uma cultura e por isso apresenta um estilo diversificado de dança. São ritmos alegres com roupas e cenários populares de cada região. Agora vamos conhecer um pouco sobre a história, a relação sociocultural e as manifestações rítmicas da Região Norte que é constituída por sete estados, são eles:






    A região norte é conhecida por possuir muita influência dos índios, pois, muitas lendas e histórias surgiram da imaginação fértil das tribos indígenas dessa região.  Nesta região encontramos danças como o Carimbó, Siriá, Retumbão, Maçarico, Boi-Bumbá,  Boi-de-máscaras, Ciranda do Norte,  Marujada, Xote Bragantino, Vaqueiros do Marajó, Marabaixo ...






    ALGUMAS DANÇAS TÍPICAS DA REGIÃO NORTE


     - CARIMBÓ: É um estilo musical de origem indígena porém, recebeu outras influências por causa da miscigenação cultural dos negros africanos, Portugueses, e etc.


    •  Indumentária: As mulheres usam uma blusa com gola nos ombros e saia de tecido estampado, o mais colorido possível. Nos cabelos, uma rosa, e nos pulsos, pulseiras coloridas. Os homens, calças claras e camisa colorida, mangas compridas, sendo que a ponta da camisa é amarrada na cintura.

    •  Coreografia: A dança começa com os pares em fileiras de mulheres e homens de frente uns para os outros. Os homens convidam com palmas as mulheres a formar a roda. Os casais de dançarinos fazem um grande círculo com sua dança, onde as mulheres rodam segurando as saias rodadas e as jogando em direção ao homem, que tende a se esquivar da saia da parceira.



    - SIRIÁ: Dança feita pelos escravos por gratidão aos Deuses. Diz a lenda, que haviam uns escravos que eram muito maltratados passavam fome, certa vez eles famintos foram a praia pescar e lá chegando, surpreenderam-se com a quantidade de siris que estavam na areia, e que não ofereciam a menor resistência ao serem pegos. Eles ficaram muito gratos, e logo providenciaram uma dança para agradecer.


    •  Indumentária:As mulheres ficam descalças e usam blusa branca, as saias rodadas e estampadas, pulseiras e colares de contas e sementes, e enfeites floridos na cabeça. Os homens, também descalços, vestem calça branca ou preta e camisas coloridas pontas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores.

    •  Coreografia: No começo, o andamento é lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, e cresce a velocidade.a coreografia que obedece às indicações dos versos, e é muito parecido com os passos do carimbó.


    - MAÇARICO: Dança do estado do Pará que leva o nome de uma ave amazônica cujo o corpo é desproporcional em relação às pernas que são muito compridas e finas. As mulheres imitam os movimentos da ave.

    •  Indumentária: As roupas são bem ornamentadas saias curtas e blusinhas coloridas. Não há padrão específico de cor de roupa para o Maçarico.

    •  Coreografia: São os versos cantados pelos participantes que indicam os passos a serem dados. Os movimentos se repetem de acordo com o assunto tratado no determinado momento.




    - BOI-BUMBÁ/ BUMBA-MEU-BOI: Uma dança que constitui-se de uma forma de diversão dramatizando a fragilidade do homem e a força do boi. Representa a história de um homem e um boi. Diz a lenda, que um fazendeiro que tinha um boi de raça, muito bonito e que sabia dançar. A esposa de Negro Chico(homem que trabalhava na fazenda), fica grávida e sente desejo de comer a língua do boi, então ele rouba o boi para levar a língua, acontece, que neste intervalo o boi havia adoecido, então os pajés(índios curandeiros), foram chamados para cura-lo, e depois de várias tentativas, conseguem curar o boi, que se levanta alegremente e começa a dançar. Então o fazendeiro perdoa Negro Chico.



    Indumentária: BOI- Feito de couro bordado com miçangas coloridas e canutilhos.OS VAQUEIROS- Vestem chapéu e roupas de couro. ÍNDIO - Trajam roupas confeccionadas com penas, e cocares, ou então a indumentária é confeccionada com fios de saco de náilon.
    Coreografia: Os vaqueiros e os demais formam um cordão, (exceto nos sotaques de zabumba e orquestra), onde o boi se posiciona no centro da roda e fazem reviravoltas. o Amo (dono da fazenda), pode ter a função de cantor.




    - BOI -DE -MÁSCARAS: É uma espécie de carnaval em junho e esse boi exclusivíssimo acontece na paraense São Caetano de Odivelas, 120 km ao norte de Belém. O boi chama-se Tinga, nome de famoso garanhão marajoara. Foi da Ilha de Marajó que os compadres Laudelino Zeferino e Tito Dalmácio trouxeram o esqueleto de uma cabeça de boi achada no pasto. Levaram a Odivelas para os festejos joaninos. Com 65 anos de tradição, da cabeça sobraram os chifres e parte da queixada.  Além do boi, tem os Tripas (as pernas do boi); o Buchudo, roupa cheia de trapos e tralhas; o Cabeçudo e o Pirru.







    - Indumentária: O boi tem de adorno somente uma fita no pescoço. O Pirru com sua máscara: nariz de Pinocchio, bigodinho, costeleta de malandro; coroa cônica, brilhante de lantejoulas, que termina em haste enfeitada de flores e fitas.

    •   Coreografia: À frente, os “Cabeçudos” puxam a alegria e quando dançam, as mangas soltas e as pernas rodopiam feito um dervixe maluco.



    Samba do Boi




    Senhora dona de casa
    Saia fora vem olhá,
    Que o Boi Tinga vem chegando aqui
    Na frente de seu lar
    Vaqueiro corre, pega
    A vara de cundão
    Amansa o Tinga que a moçada
    Qué brincá vibrando
    Com aplaudío de mão
    Pirru
    Brinca pelo amor e
    A moçada recebe amorosa
    (Marcimiano Monteiro da Silva, maestro odivelense)



    - CIRANDA DO NORTE: Dança que se expressa por meio de um conjunto de cantigas de roda, que se mistura xote e valsa. Não há limite para o número de pessoas que podem participar.




    •  Indumentária: Mulheres usam blusa com babados e mangas soltas, com saias rodadas, estampadas abaixo do joelho e anáguas de renda Os homens usam camisas estampadas sociais combinando com a saia da dama e calça preta, branca ou azul. Ambos dançam de Chapéu de palha de abas curtas.
    •  Coreografia: É dançada em círculos, que giram somente para um lado. Coloca-se o pé esquerdo atrás e à frente. Em seguida, o direito dá um pulinho ou avança para o lado, complementando o passo. Imitam os movimentos das ondas do oceano



    - MARUJADA: Manifestação religiosa. Essa dança ocorre por ocasião dos festejos de São Benedito. É uma quadrilha dançada em roda.


    •  Indumentária: As mulheres usam blusas brancas de manga comprida com babados nas pontas, saia comprida e rodada, uma faixa larga de fita vermelha de gorgorão, com uma grande rosa do mesmo material.O chapéu, é de palha, forrado de tecido branco, onde ficam as flores feitas de penas de pato, brancas. Essas flores cobrem o chapéu inteiro, e as abas prendem doze fitas largas, de cores diversas, bem compridas. Os homens vestem calças e camisas brancas com um laço de fita de cetim vermelho amarrado no braço direito. Usam chapéu de palha, revestido de morim branco.

    •  Coreografia: Forma-se um círculo. No centro da roda dançam um ou mais pares. O objetivo é passar a saia por cima da cabeça do parceiro. Se a dama consegue, ele é substituído por outro. Se não o consegue, ela é que é substituída por outra dançarina.


    sexta-feira, 4 de maio de 2012

    CAMPO ELÉTRICO

    O campo elétrico é propriedade do espaço que envolve uma carga elétrica que se manifesta na forma de uma força elétrica que atua em cargas elétricas posicionadas nesse espaço. Portanto, o campo elétrico possui módulo (intensidade), direção e sentido, ou seja, é uma grandeza vetorial e o vetor que o representa é indicado por:

    Assim, para o vetor campo elétrico temos:
    • MÓDULO: o módulo do vetor campo elétrico é dado pela expressão:


         

    onde:  E = campo elétrico
                F = força elétrica
                q = carga elétrica

    •  DIREÇÃO: o campo elétrico terá sempre a mesma direção que a força elétrica.

    •  SENTIDO: pode-se associar o sentido do campo elétrico ao da força elétrica, logo:


         

    segunda-feira, 23 de abril de 2012

    FUNÇÃO DOS NUTRIENTES

    Quanto a sua função os alimentos são de três tipos:

    - PLÁSTICOS: são ricos em proteínas, ajudam no crescimento das pessoas e no fortalecimento dos nossos órgãos.
    EX.: as carnes, o leite, o feijão...

    - ENERGÉTICOS: fornecem maior quantidade de energia ao nosso corpo.
    EX.: açúcares e gorduras.

    - PROTETORES OU REGULARES: aumentam as defesas do corpo humano, prevenindo contra algumas doenças.
    EX.: as vitaminas (A, B, C e D...) e os sais minerais.

    terça-feira, 3 de abril de 2012

    FORÇA ELÉTRICA




    A força elétrica é originada pela interação de uma carga elétrica com outras cargas elétricas. Esta força pode ser de repulsão ou atração conforme os sinais das cargas. Cargas de sinais contrários se atraem e de sinais iguais se repelem.
    Quando temos um corpo eletrizado cujas dimensões são desprezíveis em comparação com as distâncias que o separam de outros corpos eletrizados, chamamos esse corpo de carga elétrica puntiforme.
    SINAL DA FORÇA ELÉTRICA
    Como as cargas elétricas Q1 e Q2 podem ter sinais diferentes, a intensidade da força elétrica calculada pode ser positiva ou negativa. Devemos interpretar os sinais da seguinte forma:
    - Q1 e Q2 com o mesmo sinal: F > 0 _ força elétrica positiva significa repulsão entre as cargas.
    - Q1 e Q2 com sinais opostos: F < 0 _ força elétrica negativa significa atração entre as cargas.
    LEI DE COULOMB
    A força elétrica de interação entre duas particulas eletrizadas foi determinada e comprovada experimentalmente pelo fisico francês Charles Augustin de Coulomb, por meio de uma de suas invenções a balança de torção, ilustrada na figura abaixo:
    Coulomb conseguiu estabelecer experimentalmente uma expressão matemática que nos permite calcular o valor da força entre dois pequenos corpos eletrizados, e verificou que o valor dessa força, seja de atração ou de repulsão é tanto maior quanto maiores forem os valores das cargas nos corpos e tanto menor quanto maior for a distância entre eles. Ou seja:
    onde:
    F = intensidade da força elétrica
    q1 e q2 = valores das cargas
    d = distância que as separa
    k = constante eletrostática
    Assim, segundo Coulomb: "A intensidade da força de atração ou de repulsão entre duas cargas elétricas é diretamente proporcional às cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separam."




    terça-feira, 27 de março de 2012

    TIPOS MUSCULARES



    Os músculos são estruturas individualizadas e constituídos por tecido muscular de origem mesodérmica e são responsáveis pelos movimentos voluntários e involuntários do homem e dos animais, bem como dos movimentos dos seus órgãos internos, como o coração por exemplo. Caracterizam-se pela sua contratibilidade, ou seja, pela sua propriedade de contração e distensão de suas células denominadas fibras musculares, o que determina a movimentação dos membros e das visceras. O ser humano possui aproximadamente 639 músculos que representam cerca de 40 a 50 % do seu peso corporal toral.
    CLASSIFICAÇÃO DOS TECIDOS MUSCULARES
    Há três tipos de tecidos musculares: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco.

    MÚSCULO LISO: é um músculo formado por células mononucleadas com estrias longitudinais. Sua contração é lenta e involuntária, ou seja, independente da vontade do indivíduo. Locali-ze na pele, órgãos viscerais internos, esôfago, intestino, pulmão, útero, aparelho reprodutor, grandes vasos sanguíneos e aparelho excretor.

    MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO:
    é formado por células multinucleadas com estrias longitudinais e transversais cujas fibras musculares são cilíndricas e finas e é inervado pelo sistema nervoso central. sua contração é voluntária, ou seja, depende da vontade do indivíduo.

    O sistema muscular esquelético constitui a maior parte da musculatura do corpo, formando o que se chama popularmente de carne. Essa musculatura recobre totalmente o esqueleto e está preso aos ossos, sendo responsável pela movimentação corporal através das contrações deste músculo as quais permitem os movimentos dos diversos ossos e cartilagens do esqueleto.

    MÚSCULO CARDÍACO:
    é um músculo de contração involuntária e rítmica, cujo tecido muscular constitui as células binucleadas do miocárdio (musculatura do coração). Essas células são ramificadas e se associam em discos intercalares proporcionando uma forte adesão celular e propagação do impulso elétrico, formando a maior parte do coração dos vertebrados.

    CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS QUANTO A FORMA
    LONGOS:
    São encontrados especialmente nos membros. Os mais superficiais são os mais longos, podendo passar duas ou mais articulações.
    EX.: bíceps braquial
    CURTOS: Encontram-se nas articulações cujos movimentos tem pouca amplitude, o que não exclui força nem especialização.
    EX.: músculos da mão
    LARGOS: Caracterim-se por serem laminares. São encontrados nas paredes das grandes cavidades (tórax e abdome).
    EX.: diafragma
    MÚSCULOS ESQUELÉTICOS SUPERFICIAIS

    segunda-feira, 5 de março de 2012

    Carga Elétrica



    ELETROSTÁTICA
    Estuda as propriedades e interações entre cargas elétricas em repouso.
    FUNDAMENTOS DA ELETROSTÁTICA
    Quando eletrizamos um corpo, ele passa a ter eletricidade estática, ou seja, ocorre o acúmulo de cargas elétricas no corpo as quais não se movimentam. Assim, para eletrizar um corpo é necessário fazer com que o número de elétrons se torne diferente do número de prótons nos átomos que formam esse corpo.
    CARGA ELÉTRICA
    A carga elétrica é uma das propriedade fundamentais da matéria associada a algumas partículas elementares como (prótons, elétrons, nêutrons, pósitrons etc...). Cada partícula elementar recebe um valor numérico que representa sua quantidade de carga elétrica. Algumas partículas não possuem carga e são chamadas de neutras. Existem dois tipos de cargas elétricas: cargas positivas e cargas negativas. As cargas elétricas de mesmo nome (mesmo sinal) se repelem e as cargas de nomes contrários, isto é diferente (sinal contrário) se atraem. Por isto, dizemos que as partículas com cargas iguais se repelem (força de repulsão) e as partículas com cargas diferentes se atraem (força de atração).
    Um corpo em seu estado normal, não eletrizado, possui um número de prótons igual ao número de elétrons, ou seja, está eletricamente neutro, pois tem quantidade igual de cargas positivas e negativas. Como os prótons estão fortemente ligados ao núcleo dos átomos somente os elétrons podem ser transferidos de um corpo para outro. Assim, se um corpo perder elétrons, estará com excesso de prótons, isto é, apresentar-se-á eletrizado positivamente. Se ele receber elétrons, possuirá um excesso destas partículas e estará eletrizado negativamente.
    Portanto, um corpo está eletrizado quando possui excesso ou falta de elétrons. Se há excesso de elétrons o corpo está eletrizado negativamente e, se há falta de elétrons, o corpo está eletrizado positivamente. Desta forma, a quantidade de elétrons em falta ou em excesso caracteriza a carga elétrica (Q) do corpo podendo ser positiva no primeiro caso e negativa no segundo.
    QUANTIZAÇÃO
    O elétron e o próton receberam um valor de carga elétrico denominado carga elementar, representado pela letra (e). Esta carga é chamada de elementar, pois é a menor quantidade de carga encontrada na natureza.
    Portanto,
    Coulomb (C) é a unidade de medida utilizada para carga elétrica no S.I. Assim, para determinar a quantidade de carga elétrica de um corpo precisamos saber o número de elétrons ou de prótons que este corpo tem em excesso.
    Logo:
    onde:
    Q = quantidade de carga elétrica do corpo
    n = número de elétrons em falta ou em excesso
    e = carga elementar